segunda-feira, 3 de agosto de 2020

TJ E O ESPÍRITO SANTO EM GN 1.2

Bíblia Apologética CACP

Nota Apologética:

Genesis 1:2

E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

1° Argumento: A Tradução do Novo Mundo(versão da Bíblia das Testemunhas de Jeová), para negar a personalidade do Espírito Santo, traz “força ativa de Deus” em lugar de “Espírito de Deus”. Em todas as passagens da TNM, o nome Espírito Santo é grafado com iniciais minúsculas (Cf. Mt 4.1-3).

Resposta apologética: A palavra hebraica para espírito (ruach) aparece 377 vezes no Antigo Testamento. Em 100 ocorrências é traduzida como Espírito de Deus e, nas demais, espírito do homem, vento, respiração e sopro. Assim, pelo fato de a palavra ruach ter vários significados, a Sociedade Torre de Vigia (organização que publica a Tradução do Novo Mundo) se apropria da palavra, atribuindo-lhe o significado mais conveniente à sua convicção doutrinária. A Bíblia, contudo, traz evidentes e diversas referências aos atributos pessoais do Espírito Santo (Jo 15.26; At 5.3,4; 13.2; 16.6,7; Rm 8.26,27; 1Co 6.19).

2° Argumento: Os Raelianos entendem que o mover do Espírito de Deus seriam os extraterrestres fazendo vôos de reconhecimento e Satélites artificiais que haviam sidos colocados em órbita da Terra para estudar a sua constituição e atmosfera, da mesma forma que hoje estamos fazendo em Marte e Júpiter.

Resposta apologética: Este versículo relata o processo divino na criação, através da ação do Espírito Santo de Deus. O texto e o contexto nada falam de extraterrestres ou de naves e satélites, pois a idéia do autor é testificar e ratificar que Deus é o criador de todas as coisas (Is 45.18). Nem a filosofia raeliana ou a mitológica greco-romana tem alguma base para afirmar que foram os deuses que criaram a vida na Terra. Na Bíblia, Deus deixa claro que Ele é o único criador e não há outro Deus além dele (Is 43.10; 45.12).

sábado, 1 de agosto de 2020

TESTEMUNHA DE JEOVÁ E A TRINDADE

Bíblia Apologética CACP

Nota Apologética:

Genesis 1:1

No princípio criou Deus o céu e a terra.

Argumento – As Testemunhas de Jeová negam a doutrina bíblica da Trindade, procurando enfraquecer o conceito de pluralidade presente na forma Elohim – plural de Eloah (Deus na língua hebraica). Os Raelianos afirmam - “Elohim, um substantivo masculino plural em Hebraico foi traduzido na palavra Latina Deus, no singular. A Bíblia, que nos remetia à idéia da existência de entidades divinas, deveria ter esta sua palavra traduzida para o plural DEUSES, enquanto que foi traduzida para o singular DEUS, o que é um erro em si mesmo”.

Resposta apologética – Deus é apresentado pela primeira vez na Bíblia com o nome hebraico Elohim. Em Gênesis 1.1 o verbo está no singular (criou) e o sujeito no plural (Deus). Elohim é a forma plural de Eloah, mas o significado é o mesmo: Deus. Quando analisamos o contexto bíblico (Gn 1.26; 3.22; 11.7), podemos compreender a unidade composta de Deus na Trindade, ou seja, um único Deus eternamente subsistente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Embora, o nome Elohim por si só, não prove a unidade composta, mas o contexto apóia a unidade composta de Deus : façamos...nossa (Gn 1.26-27); eis que o homem é como um de nós (Gn 3.22); deçamos e confundamos (Gn 11.7). Veja Gn 1.26-27.

quinta-feira, 5 de março de 2020

ESTUDO “A CRIAÇÃO”


ESTUDO “A CRIAÇÃO” – ROTEIRO DE ENEZIEL P. ANDRADE

INTRODUÇÃO
ØDevemos valorizar o que foi criado por Deus.
ØNão podemos colocar a criação acima do criador.
ØNós estamos acima de tudo mais que foi criado (criados imagem e semelhança de Deus).

O AUTOR DA CRIAÇÃO
ØTEORIAS SOBRE A ORIGEM DAS COISAS.
    ØEssa questão é tão casca-grossa que o próprio físico Albert Einstein evitou entrar em discórdia, dizendo que, para ele, o tempo é infinito para os dois lados e, portanto, o Universo sempre existiu.
    ØTEORIA DO BIG BANG, SELEÇÃO COSMOLÓGICA NATURAL (buraco negro – filhos), TEORIA M (universos paralelos).
    ØO DEUS TRINO COMO AUTOR DE TODAS AS COISAS. GN 1.1-2; AT 17.24.

O MISTÉRIO E A MAGNITUDE DA CRIAÇÃO
ØO CAOS CÓSMICO E SUA ORGANIZAÇÃO. GN1.1-2, 3-19
ØA CRIAÇÃO DAS COISAS VÍSIVEIS E INVISIVÉIS. SL 104,CL1.16 
ØA FORMAÇÃO DO HOMEM E DA MULHER. GN 2.7,21-22
    ØDeus os criou macho e fêmea; os criou com almas racionais e imortais (Gn2.7/Mt10.28); o dotou de retidão, inteligência e perfeita santidade; os criou com a capacidade e liberdade de escolha (Gn2.16-18), lhes deu domínio sobre todas suas obras (Gn1.28).

O PROPÓSITO DA CRIAÇÃO
ØMANISFESTAR A GLÓRIA E O PODER ETERNO DE
DEUS. SL19 1-4, RM 1.20.21
ØMANIFESTAR A SABEDORIA E BONDADEDE DEUS.
JR 10.12, GN 2.8-15 *Designer inteligente*

O FUTURO DA CRIAÇÃO
ØESTÁ AMEÇADO, POIS O HOMEM DEIXOU DE CUMPRIR SEU MADATO. GN 2.15; OS 4.1-3 
ØA CRIAÇÃO SERÁ REDIMIDA FUTURAMENTE. RM 8.19-23



Estudo realizado na Igreja Presbiteriana do Brasil em Mauriti-Ce
Missionário Elionaz Mendes

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

O nosso foco determina nossa caminha

Mateus 14.29-30

Quantas vezes iniciamos uma caminhada com um objetivo certo, sabemos literalmente o que queremos e sabemos até como fazê-lo. Mas esta gana no desejo de percorrer este caminho as vezes nos cega para o risco do que pode acontecer durante este percurso, nesta hora que as consequências surgem. E é justamente o que aconteceu com Pedro. Sabia muito bem o que queria, sabia qual era seu foco, mas no meio da caminhada perdeu seu foco e começou a afundar-se. Meu querido, não sei como anda sua vida hoje, mas talvez você está afundando em meio a caminha, está olhando apenas para as dificuldades, reoriente-se, volte seu foco para Jesus, diga a Ele, “Salva-me, Senhor, só Tu podes me socorrer”.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

A JUMENTA DE BALAÃO

BEM VINDOS QUERIDOS

Nm 22.29 - A jumenta salvou a vida de Balaão, mas o fez ficar muito irado. Por isso Balaão açoitou o animal. Em certas ocasiões ferimos pessoas inocentes que cruzam em nosso caminho porque nos sentimos humilhados por elas ou porque sentimos que feriram nosso orgulho. Estalar em ira contra os outros pode ser sinal de que há algo que não está bem em nosso coração. Não permita que seu orgulho ferido o leve a ferir a outros.

sábado, 12 de janeiro de 2019

As Razões pelas Quais Cristãos Necessitam de um Debate Melhor sobre o Álcool

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A HISTÓRIA
De acordo com um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1 em cada 20 mortes em todo o mundo resulta do uso nocivo do álcool, Isto representa mais de 5% da carga global de doenças. O que podem os cristãos fazer em relação a esta epidemia?

OS ANTECEDENTES
O relatório de status global da OMS sobre álcool e saúde de 2018 examina o consumo de bebidas alcoólicas e o ônus de doenças atribuíveis ao álcool em todo o mundo, bem como o que os países estão fazendo para reduzir esse fardo.

Tal como observa o relatório, apesar de algumas tendências globais positivas na prevalência de episódios de consumo intenso e no número de mortes relacionadas ao álcool desde 2010, a carga geral de doenças e lesões causadas pelo uso nocivo do álcool é inaceitavelmente alta, particularmente nas Américas e na Europa.

Estima-se que 237 milhões de homens e 46 milhões de mulheres sofram de distúrbios do uso de álcool, com a maior prevalência entre homens e mulheres na região da Europa (14,8% e 3,5%) e nas Américas (11,5% e 5,1%). Transtornos por uso de álcool são mais comuns em países de alta renda.

De todas as mortes atribuíveis ao álcool, 28% foram devidas a lesões, tal como as causadas por acidentes de trânsito, pela autoflagelação e pela violência interpessoal; 21% sāo devidas a distúrbios digestivos; 19% devido a doenças cardiovasculares; e o restante devido a doenças infecciosas, cânceres, transtornos mentais e outras condições de saúde.

“Demasiadas pessoas, suas famílias e comunidades sofrem as consequências do uso nocivo do álcool por meio da violência, ferimentos, problemas de saúde mental e doenças tais como o câncer e derrames”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS. “É hora de intensificar as ações para evitar essa grave ameaça ao desenvolvimento de sociedades saudáveis”.

O QUE ISTO SIGNIFICA
Tal como aponta este relatório, mais da metade (57%, ou 3,1 bilhões de pessoas) da população global com 15 anos ou mais, haviam se abstido de consumir bebidas alcoólicas nos 12 meses anteriores, enquanto cerca de 2,3 bilhões de pessoas sāo consumidores de bebidas alcoólicas. (Em apenas três regiões da OMS — Américas, Europa e Pacífico Ocidental, mais da metade da população consome bebidas alcooólicas).

Estes grupos — vamos chamá-los de abstêmios e bebedores — espelham a comunidade evangélica. Uma pesquisa realizada em 2016 pela Barna Research revelou que 54% são abstêmios, enquanto 46% são bebedores. (Divulgação completa: sou abstêmio).

Esta divisão é frequentemente refletida em nossas atitudes e debates sobre o uso do álcool. Nos últimos 50 anos, os evangélicos tiveram a tendência de argumentar em termos absolutistas, seja defendendo a liberdade cristã (bebedores) ou defendendo a abstinência (abstêmios). Se voltássemos a 1948, provavelmente estaríamos tendo as mesmas discussões sobre o álcool que estamos tendo em 2018. Mas embora os debates sejam os mesmos, o nosso contexto social mudou. Aqui estão apenas alguns exemplos pelas quais as conversas hoje em dia deveriam ser diferentes das conversas do passado.

Nós agora consumimos mais de quase tudo — incluindo bebidas alcoólicas.

Pelo fato de que o debate sobre o consumo de bebidas alcoólicas tende a ser binário — o consumo é aceitável / o consumo é inaceitável — raramente se move para considerações de quanto do consumo é aceitável.

Na era moderna, a comida e a bebida tornaram-se mais baratas e também mais abundantes. Isso levou a um aumento nas taxas de consumo que surpreenderia nossos ancestrais. Por exemplo, em 1955, o tamanho de um refrigerante no McDonald’s era de apenas 200 ml. Nos anos 90, o copo para crianças já era quase o dobro disso (355 ml), e o copo “gigante” era seis vezes maior (1.240 ml).

Houveram aumentos semelhantes no consumo de álcool. O consumo total de álcool per capita na população mundial com mais de 15 anos subiu de 5,5 litros de álcool puro em 2005 para 6.4 litros em 2010 e ainda estava no nível de 6.4 litros em 2016. Os níveis mais altos de consumo de álcool per capita são observados em países da Região Europeia da OMS.

Presentemente, cada pessoa que bebe, consome em média 32,8 gramas de álcool puro por dia. O consumo é cerca de 20% mais alto (40 g / dia) na Região Africana e cerca de 20% mais baixo (26,3 g / dia) na região do Sudeste Asiático. Desde o ano 2000, o consumo médio de bebidas alcoólicas aumentou em quase todas as regiões, exceto a Região Europeia da OMS.

Até 2025, o consumo total de bebidas alcoólicas per capita por pessoas com 15 anos de idade ou mais deverá aumentar nas Américas, sudeste da Ásia e no Pacífico Ocidental. É improvável que isso seja compensado por quedas substanciais no consumo nas outras regiões. Como resultado, o consumo anual de bebidas alcoólicas per capita no mundo pode chegar a 6.6 litros de álcool puro em 2020 e a 7.0 litros em 2025, a menos que as tendências crescentes no consumo de bebidas alcoólicas na Região das Américas e no Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental sejam interrompidas e revertidas.

Ambos abstêmios e bebedores devem ser capazes de examinar as evidências empíricas e chegar a um acordo geral sobre o que constitui níveis de consumo imprudentes, insalubres ou perigosos.

O vinho moderno é muito mais forte que o vinho nos tempos bíblicos.

Durante séculos, abstêmios e bebedores debateram qual era o teor alcoólico do vinho nos tempos bíblicos. Embora não possamos ter certeza, podemos estimar um limite de 8% a 10% de álcool por volume. A razão é que, durante a maior parte da história da humanidade, o vinho era fermentado com “fermento nativo”, que fornece um teor alcoólico entre 4% e 10%.

Hoje, um vinho com “baixo teor alcoólico” tem o nível máximo dos vinhos da época bíblica — cerca de 10% de álcool por volume. O vinho típico vendido hoje está na faixa de 11,5% a 15% de álcool por volume, com os vinhos mais fortes tendo entre 17% a 23%.

Este aumento no teor de álcool é devido aos avanços da ciência e tecnologia. Como nota Madeline Puckette, na década de 1950, a levedura não sobrevivia em níveis de álcool muito superiores a 13,5%. Hoje, no entanto, desenvolvemos leveduras resilientes que podem sobreviver em níveis de álcool de até 16,5%.

“Não é imaginação. O vinho realmente ficou mais forte”, escreveu Jennifer Frazer na Scientific American. “Nas últimas duas décadas, o teor alcoólico máximo do vinho subiu de cerca de 13% para, em alguns casos, mais de 17%, um efeito colateral da crescente popularidade dos vinhos com sabor de frutas mais rico”.

Olhando por uma perspectiva de um copo de vinho individual, o aumento do teor de álcool pode não ser problemático. Mas se uma pessoa toma dois copos por dia, ela está consumindo quase 10% mais álcool por dia do que alguém na década de 1950 — e o dobro da quantidade de um bebedor de vinho nos tempos do Novo Testamento. Isso também significa que os “bebedores frequentes” (8 ou mais drinques por semana para mulheres e 15 ou mais drinques por semana para homens) estão consumindo significativamente mais álcool com menos bebidas do que os bebedores frequentes ​​de quatro décadas atrás.

Enquanto bebedores e abstêmios possam discordar sobre qual era o teor de álcool no vinho do casamento de Caná (Jo 2.1-12), devemos concordar que o aumento do teor alcoólico do vinho pode ter sérias consequências sobre a saúde da sociedade.

Em todo o mundo, o álcool é um problema significativo para os adolescentes.

Um aspecto em que tanto os abstêmios quanto os bebedores podem mais facilmente concordar é o problema do consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes.

Em todo o mundo, mais de um quarto (26,5%) de todas as pessoas de 15 a 19 anos são consumidores, totalizando 155 milhões de adolescentes. As taxas de prevalência de consumo atual são mais altas entre os jovens de 15 a 19 anos na Região Europeia da OMS (43,8%), seguidas pela Região das Américas (38,2%) e a Região do Pacífico Ocidental (37,9%).

Resultados de pesquisas escolares indicam que em muitos países das Américas, Europa e Pacífico Ocidental o consumo de bebidas alcoólicas começa antes dos 15 anos de idade, e a prevalência de consumo de bebidas alcoólicas entre estudantes de 15 anos pode estar na faixa de 50% a 70% com diferenças notavelmente pequenas entre meninos e meninas.

Em todo o mundo e em todas as regiões da OMS, a prevalência de consumo episódico intenso é menor entre adolescentes (15 a 19 anos) do que na população total, mas atinge o pico aos 20 a 24 anos quando se torna superior à da população total. Com exceção da Região do Mediterrâneo Oriental, todas as taxas de prevalência de episódios intensos de consumo entre os bebedores de 15 a 24 anos são maiores do que na população total. Jovens de 15 a 24 anos, que sāo consumidores de bebidas alcoólicas, frequentemente o fazem em sessões de bebedeira. A prevalência de consumo episódico pesado é particularmente alta entre os homens.

Já não é suficiente dizer às crianças que não bebam. Necessitamos encontrar uma maneira de nos unir e abordar como e por que nossa cultura está atraindo os adolescentes para o consumo precoce e extremo de bebidas alcoólicas.

Bom o Suficiente para Jesus
J. Lawrence Burkholder escreveu que “É justo dizer que tanto a abstinência total quanto o uso moderado eram aceitáveis ​​para Jesus”. Se essas posições eram aceitáveis ​​para Jesus, também devem ser aceitáveis ​​para nós. Mas embora a tolerância de opiniões divergentes sobre o consumo de bebidas alcoólicas deve ser o nosso ponto de partida, temos o dever de considerar como nossas opiniões necessitam ser moldadas pelo nosso contexto cultural.

O uso nocivo do álcool não é mais um problema que os cristãos possam ignorar. Para realmente buscar o bem-estar de nossas cidades — e do mundo — necessitamos encontrar um meio para que todos os crentes, sejam eles abstêmios ou bebedores, encontrem uma maneira de falar sobre o álcool de uma maneira que melhor sirva ao nosso próximo.





Traduzido por Raul Flores

Joe Carter é um editor para The Gospel Coalition e co-autor de Como Discutir Como Jesus: Aprendendo a Persuasão com o Grande Comunicador da História. Você pode segui-lo no Twitter.

ARTIGO RETIRADO - https://coalizaopeloevangelho.org/article/as-razoes-pelas-quais-cristaos-necessitam-de-um-debate-melhor-sobre-o-alcool/

domingo, 21 de outubro de 2018

Devocional 21 de ooutubro

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"Pelo que recebi, passei para vocês como de primordial importância ... que ele foi ressuscitado no terceiro dia ..." (vv. 3-4)

Para leitura e meditação:
1 Coríntios 15: 1-11

Que outra religião do mundo tem em seu coração um fato tão glorioso quanto a ressurreição de nosso Senhor? O cristianismo é a única fé cujo Fundador morreu em uma cruz, foi enterrado por três dias e depois retornou dos mortos. Há vozes na igreja de hoje tentando nos persuadir de que a ressurreição de Cristo nunca aconteceu - que nosso Senhor não ressuscitou dos mortos em forma corpórea. "Não é necessário acreditar na ressurreição corporal de Cristo para ser um cristão", diz um professor religioso moderno. Ele prossegue afirmando: “Podemos dizer livremente que os ossos de Jesus ainda estão em algum lugar na terra de Israel.” “Espero muito”, diz outro escritor religioso, “que os ossos de Jesus sejam desenterrados um dia. "E há alguns anos, David Jenkins, o ex-bispo anglicano, Chocou o mundo cristão, como você provavelmente sabe, com a afirmação: "Eu não tenho o menor interesse em um truque de mágica com ossos". No Museu Britânico de Londres costumava haver uma exposição sinistra conhecida como "O Homem da Galileia", assim chamada porque os restos mortais foram encontrados na área ao redor da Galiléia. Lembro-me de ter pensado comigo na primeira vez em que visitei o Museu Britânico e vi a exposição foi legendada "O homem da Galileia", quão maravilhoso que os ossos desenterrados do homem da Galiléia não são os restos mortais do homem da Galiléia.

Amando o Pai Celestial, ajude-me a compreender ainda mais profundamente a verdade da ressurreição de Seu Filho, pois uma verdade tão importante não pode ser deixada no reino da incerteza. Pegue minha mão e me guie mais profundamente nessa verdade. Em nome de Jesus. Um homem.

Versos Adicionais
• João 20: 1-18
• Atos 2: 23-24
• Atos 3: 14-15
• Atos 10: 39-40

Perguntas a serem consideradas
• Sobre o que Pedro foi inflexível? 
• Compartilhe com alguém hoje a verdadeira mensagem da ressurreição.

Declaração de direitos autorais
'Every Day Light' Copyright 2005 © Selwyn Hughes. Extraído do devocional "Every Day Light", de Selwyn Hughes. © 1999 e é usado com permissão. Todos os direitos reservados. 

Os artigos ' Every Day Light ' podem ser reproduzidos integralmente sob as seguintes provisões: 1) Um crédito apropriado deve ser dado ao autor no final de cada história, juntamente com sua biografia completa e um link para https: //www.studylight .org /  2) O conteúdo " Every Day Light " não pode ser organizado ou "espelhado" como um serviço online competitivo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Devocional para 18 de outubro


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"Deus ressuscitou este Jesus e todos nós somos testemunhas do fato." (v. 32)

Para leitura e meditação:
Atos 2: 29-41

Vamos prosseguir com a pergunta que fizemos ontem: O que exatamente queremos dizer com ressurreição? Alguns tentam explicar a ressurreição como ressuscitação - o retorno à vida da morte aparente. Aqueles que sustentam essa visão se inscrevem no que é chamado de "The Swoon Theory". Existem duas formas dessa teoria. Um afirma que Jesus não morreu, mas desmaiou na cruz e voltou à consciência quando foi colocado na rocha fria do sepulcro. O outro afirma que depois de beber o vinagre de vinho que foi dado a Ele quando Ele gritou "eu estou com sede", Ele caiu em um estado de estupor tão profundo que foi confundido com a morte. Mas claramente nosso Senhor realmente morreu. Os Evangelhos nos fornecem evidências médicas para o fato. Um dos soldados furou o seu lado e lá saiu "sangue e água" ( João 19:34).). Um médico comentando sobre isso diz: "O pericárdio (o saco ao redor do coração) foi perfurado e o fluido incolor que flui da ferida prova que a vida teria sido extinta." Foi realmente um Cristo convalescente que os discípulos encontraram naquele primeiro dia de Páscoa? Poderia uma figura patética e impotente tê-los convencido de que Ele havia vencido a morte e estava vivo para todo o sempre? Não, o Mestre, por assim dizer, lançara de Sua face a máscara da morte, e depositou nos corações e mentes de Seus discípulos uma impressão que permaneceu com eles durante todo o seu ministério. Aquele que estava morto agora estava vivo - glorioso e resplandecente.

Ó Pai, Tu cuja própria natureza é a verdade, Você nos impingirá uma mentira e nos fará crer que Seu Filho ressuscitou dos mortos quando Ele não o fez? Eu não posso acreditar nisso. A vida pela qual eu vivo é vida de ressurreição. Eu não posso estar vivo em alguém que está morto. Um homem.

Versos Adicionais
• Lucas 24: 1-53
• Marcos 16:12

Perguntas a serem consideradas
• O que os discípulos convidaram Jesus a fazer? 
• O que Jesus convidou os discípulos a fazer?

Declaração de direitos autorais
'Every Day Light' Copyright 2005 © Selwyn Hughes. Extraído do devocional "Every Day Light", de Selwyn Hughes. © 1999 e é usado com permissão. Todos os direitos reservados. 

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Meu voto

Artigo escrito por: Isac Sicsú
Retirado do site Coalizão Pelo Evangelho

Minha decisão durante estas eleições foi de não tornar meu voto público por duas razões básicas. Primeiro, por uma questão ética: Abomino voto de cajado (ou cabresto). Sei bem que o fato de publicizar meu voto não necessariamente signifique que minhas ovelhas ou as pessoas debaixo de minha influência sejam obrigadas a votar como eu. Ao mesmo tempo, sei bem que muitos poderiam não entender completamente minha declaração publica de voto e entendê-la como um movimento “eleitoreiro”. Por isso, ficarei em silêncio. Ser pastor, às vezes, significa estar entre a cruz e a espada. Nestas horas, a melhor conduta é a prudência.
Segundo, não declararei meu voto por uma razão didática: Creio que se um cristão precisa ouvir de um pastor ou líder eclesiástico em quem deve votar, qual carreira seguir ou com quem deve casar, este cristão precisa amadurecer e compreender que o cristianismo é uma experiência de formação, crescimento e emancipação. Votar em alguém porque o pastor também vai votar, sem qualquer reflexão ou avaliação criteriosa é um movimento de infantilidade. Por isso, com meu silêncio, quero incentivar os cristãos a refletirem acerca de seu voto, ponderarem biblicamente sobre a importância de uma cidadania consciente e exercerem seu papel na sociedade submetendo sua consciência a Cristo e sua Palavra, e não a um pastor, líder ou influenciador.
Portanto, ao invés de dizer em quem votarei, quero expor os princípios que orientam o meu voto. Vale lembrar que estes princípios são resultado da minha reflexão bíblica e teológica do tema, e por isso, são estritamente pessoais. A exposição destes princípios tem o propósito de produzir reflexão e não fazer deles orientações universais a todos os cristãos.
#1: Eu não votarei em candidatos envolvidos em casos de corrupção. Creio que a lei da ficha limpa, quanto cumprida e aplicada corretamente, traz um avanço importante para a democracia do Brasil. Sobram imperativos nas Escrituras, salientando a importância do governante ter um caráter marcado por integridade.
#2: Eu acredito na alternância de poder. O Partido dos Trabalhadores (juntamente com seu aliado histórico, MDB) está completando 16 anos no poder. Minha percepção é que a troca de governo será positiva para a nação.
#3: Eu defendo o regime republicano e a separação dos três poderes. O Executivo, Legislativo e Judiciário são poderes autônomos e independentes dentro da república. Essa separação é crucial para a saúde da nação. Portanto, não votarei em candidatos e partidos que demonstram tendência de emparelhamento do Estado, colocando os poderes da nação numa condição de subserviência à agenda de governo de um determinado partido.
#4: Eu não votarei em candidatos que usam seus títulos religiosos para angariar votos, especialmente pastores, bispos, evangelistas, etc. Creio que a vocação religiosa (ministerial) é distinta da vocação política. E os ministros chamados para servir ao povo na esfera da Igreja, devem preservar o princípio da separação entre Igreja e Estado. A sensação que tenho é que quando um político usa seu título religioso no âmbito político, ou é para fazer da sua igreja um curral eleitoral, ou para forçar a divulgação de uma integridade pessoal (que de maneira geral não existe).
#5: Eu estou convencido de que cristianismo bíblico rejeita os sistemas anárquicos e totalitários. Segundo a Escritura, o Estado tem papel importante na sociedade como ministro instituído por Deus (Rm. 13.1-7), mas este nunca pode reivindicar poder e autoridade absoluta (Ap. 13). O anarquismo não reconhece o Estado como agente de Deus e o totalitarismo transforma o Estado em um deus.
#6: Eu considero apenas candidatos que sejam pró-vida. A Escritura é clara acerca do valor e sacralidade da vida humana, desde a sua concepção (Sl. 139.13-16). Sendo assim, penso que toda forma de aborto é um atentado contra a vida de um inocente. Cabe aos governantes protegerem a vida humana independentemente de tempo ou condição.
#7: Eu vejo com bons olhos candidatos e partidos que defendam o Estado mínimo, liberdades individuais, liberalismo econômico e o direto à legítima defesa. Estou convencido que o ensino da Escritura sobre a a natureza e vocação estatal fala de uma atuação limitada do Estado, punindo o malfeitor (como agente de justiça) e “louvando” (isto é, incentivando) a prática de boas obras do indivíduo. Na Escritura, a generosidade, o cuidado do vulnerável, o desenvolvimento social, econômico, cultural, etc, é resultado da ação do indivíduo e não do Estado (Gen. 1.26-28; 2.15; Mq. 6:8; Rm. 13; 1Pe 2.12-17).
#8: Eu não voto em candidatos sem curso superior. Sigo este princípio, pois simplesmente entendo que aquele que deseja exercer sua vocação de maneira excelente, buscará preparo e conhecimento técnico. Isso se aplica a todas as áreas da vida, inclusive à política.
#9: Eu não creio que um candidato evangélico seja necessariamente um candidato preparado e honesto. Em São Paulo, ainda não encontrei um candidato que se apresenta como evangélico que seja mais discípulo de Cristo do que político, e que não tenha vendido a alma às agendas partidárias e ideologias políticas. Mas o fato de não ter encontrado este político, não quer dizer que este candidato não exista.
#10: Eu não voto em candidatos que sejam contra ou que trabalhem para impedir as ações anticorrupção e a ação do Ministério Público em suas iniciativas de coibir a corrupção como a Operação Lava-Jato; É exatamente por causa de tais iniciativas que o povo brasileiro pôde conhecer o tamanho do estrago da corrupção no país, aspirar mudança no cenário político, bem como clamar por governantes comprometidos com a ética e retidão.
#11: Eu não voto em candidatos que se dizem representantes de apenas uma parcela da sociedade (evangélicos, católicos, LGBT+, taxistas, agropecuaristas, etc.). Políticos devem buscar o bem comum, e não somente o bem de uma parcela da sociedade.
#12: Vejo com bons olhos candidatos que apresentem propostas de cuidado, formação e emancipação dos vulneráveis da sociedade. Muito embora eu creia que a prática de boas obras, demonstração de generosidade e ação misericordiosa sejam papeis do cidadão no contexto privado, também entendo que o Estado pode chegar em algumas esferas inalcançáveis ao cidadão comum (ex. reservas indígenas), desde que sua atuação não seja o mero assistencialismo, mas o trabalho que visa formação e emancipação do vulnerável.
#13: Eu não voto em candidatos que tenham agendas intervencionistas na igreja, família, artes, educação, etc. Considero apenas aqueles que valorizam o princípio da separação Igreja x Estado e liberdade religiosa, bem como atuem para garantir a autonomia da família, da educação, do trabalho e das artes.
#14: Não voto em candidatos que cerceiem a liberdade de imprensa e liberdade de expressão, sob a égide do “politicamente correto”. O compromisso de um político com a verdade deve ser maior do que seu compromisso com sensibilidades pessoais.
#15: Eu não acredito que o Redentor desta nação se levantará através das urnas e subirá a rampa do Planalto. Creio que há um só Redentor, Jesus. Políticos ajudam, projetos políticos bem feitos podem trazer avanço e desenvolvimento, mas o Estado sempre terá uma ação paliativa. A redenção do Brasil está em Jesus Cristo, na proclamação do Evangelho e sinalização do Reino.
#16: Voto, considero candidatos, julgo valores políticos e projetos de governo em espírito de oração, pedido ao Altíssimo, que domina sobre os reinos dos homens (Dn. 4.25), que faça uma obra plena de restauração em nossa nação.
Minha oração é que estes princípios possam ajudar você a refletir e ponderar o seu voto. Quer você concorde ou discorde, que ao escolher candidatos e votar, você submeta sua consciência a Cristo e sua Palavra.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Sou evangélica e meu marido me bate, posso me divorciar?

Renato Vargens

Sônia Regina Maurelli, diretora da casa Isabel, afirma que cerca de 90% das mulheres vítimas da violência doméstica são evangélicas.

Nas dependências da Casa de Isabel, é fácil encontrar grupos de mulheres com a bíblia aberta, senhoras murmurando corinhos cristãos e até mesmo a música no rádio da recepção, tocando canções evangélicas.

A Violência doméstica é um grave problema em nossa sociedade, e infelizmente nossas igrejas estão repletas de mulheres que apanham de seus maridos. Não são poucas aquelas que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e abrutalhada. Como todos sabemos, muitas destas mulheres continuam se sujeitando a este tipo de relacionamento, fundamentado na premissa de que Deus odeia o divórcio (o que é verdade), e com isso acentuando distúrbios psicológicos, neurológicos e físicos em sua própria vida e filhos.

Sem a menor sombra de dúvidas o divórcio não é uma instituição divina e sim humana, até porque, ele brota de corações caídos e distantes de Deus. Além disso, é indispensável que também entendamos que existe um enorme abismo entre lutar por um casamento combalido a permanecer numa relação onde a esposa é constantemente violentada fisicamente.

O Apóstolo Paulo em I Co 7:10-15 afirma que o cônjuge cristão PODE se divorciar deste que o seu marido incrédulo abandone o lar. Isto posto, acredito piamente que maridos que batem em suas esposas, há muito abandonaram seus lares, dando as suas mulheres condições de divorciaram dos agressores.

O fato de alguns destes afirmarem ser cristãos, não os torna efetivamente crentes, até porque, os que agridem suas esposas, legitimam de que na verdade nunca conheceram a Cristo.

A violência contra a mulher é uma agressão ao Criador e em hipótese alguma as mulheres devem se sujeitar a qualquer tipo de agressão, denunciando o agressor às autoridades competentes a fim de que o sofrimento imposto pela violência cesse definitivamente em sua casa. Além disso, deve levar suas queixas, lamúrias, angústias e sofrimentos ao justo JUIZ, que com certeza no tempo certo lhes fará justiça.

Soli Deo Gloria!
Renato Vargens

Retirado de: renatovargens.blogspot.com.br

Bíblia em um ano - 17.02.2022